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Aps ligeiro exame, o doutor, com cara sria e sobrecenho carregado, voltou-se para a cliente e lhe disse calmamente: - ! A senhora, deve tomar uma forte dose de protxido de hidrognio... Estava o Dr. Carranca em uma roda de amigos. Certo sujeito, que no lhe era muito afeto, comeou a se rir dele, com um riso cascateado e sardnico. O doutor virou-se para a risonha criatura e perguntouem voz compenetrada: - Deseja voc um pouco de NaCl? Mal acabava o Dr. Carranca de dara a precedente rachada qumica no zombeteiro, quando se aproximou da roda certo amigo seu, cuja estatura era espantosamente pequena. O doutor poz-lhe a mo paternalmente sobre os ombros e, dirigindo-se aos seus interlocutores, disse cortezmente: - Apresento-lhes aqui uma tagma de Pfeffer, tambm conhecida por micela de Ostwald.... O Dr. Carranca costumava, ao falar de administraes pblicas, divid-las em: a) solues verdadeiras, e b) disperses coloidais. E explicava: As primeiras no produzem o efeito Tyndall ao serem atravessadas pelo feixe luminoso do dinheiro do povo (isto , fazem-no desaparecer pela conjugao disfarada do verbo rapio de Vieira... ou pela impericia); as segundas produzem o efeito Tyndall, em iguais circunstncias.      jheUhe y x  V^V`gde 2&P:pe/ =!"7#$}% Oh+'0d    , 8DLT\ Normal.dot504Microsoft Office Word@gB@[)@p3S.@ev՜.+,0 hp|   '  TtuloOlePres0001KITEM000ODSPITEM000FMT ITEM000FMT#3  F`~J`~JG&3J c%&" WMFCo 3lbG%3 EMF3M)   c%  Rp@"Arial3& z Arial@a$\Regis0Ln0dv%  Ty.*A--A*LcpAo consultrio do     T(zb.*A--Az*OLc Dr. Carranca chegou, certa vez, uma senhora gorda, forte, face de um vermelho                      T=W*A--ASMLcintenso e dando todos os sinais de uma sade de ferro. E, no entanto, julgava               TT=W*A--ASLcP-T=bW*A--ASLcpse doente... 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E, no entanto, julgava-se doente... Ap\'f3 s ligeiro exame, o doutor, com cara s\'e9ria e sobrecenho carregado, voltou-se para a cliente e lhe disse calmamente: - \'c9! A senhora, deve tomar uma forte dose de prot\'f3xido de hidrog\'eanio... \par \tab Estava o Dr. Carranca em uma roda de amigos. Certo sujeito, que n\'e3o lhe era muito afeto, come\'e7ou a se rir dele, com um riso cascateado e sard\'f4nico. O doutor virou-se para a risonha criatura e perguntouem voz compenetrada: - Deseja voc\'ea um pouco de NaCl? \par \tab Mal acabava o Dr. Carranca de dara a precedente rachada qu\'edmica no zombeteiro, quando se aproximou da roda certo amigo seu, cuja estatura era espantosamente pequena. O doutor poz-lhe a m\'e3 o paternalmente sobre os ombros e, dirigindo-se aos seus interlocutores, disse cortezmente: - Apresento-lhes aqui uma \'93tagma de Pfeffer\'94, tamb\'e9m conhecida por \'93micela de Ostwald\'94.... \par \tab O Dr. Carranca costumava, ao falar de administra\'e7\'f5es p\'fablicas, divid\'ed-las em: a) solu\'e7\'f5es verdadeiras, e b) dispers\'f5es coloidais. E explicava: \'93As primeiras n\'e3 o produzem o efeito Tyndall ao serem atravessadas pelo feixe luminoso do dinheiro do povo (isto \'e9, fazem-no desaparecer pela conjuga\'e7\'e3o disfar\'e7ada do verbo \'93rapio\'94 de Vieira... ou pela impericia); as segundas produzem o efeito Tyndall, em iguais circunst\'e2ncias\'94. \par }}